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Supressão nas ligações ferroviárias Guarda-Lisboa é “um pontapé na coesão territorial”
Carlos Peixoto lamenta a decisão e pede explicações ao o ministro das Infraestruturas.
A Beira Alta ficou privada de duas ligações de comboio entre Guarda-Lisboa há alguns meses. Conscientes das consequências dessa decisão da CP, os deputados do PSD questionam o ministro das Infraestruturas e Habitação, sobre quando serão repostas essas ligações e se com a mesma frequência de horários.

Carlos Peixoto, deputado do PSD eleito pela Guarda, lamenta a decisão da CP, que terá sido fundamentada “na diminuição da procura provocada pela covid-19 e pelo confinamento que se seguiu, ajustando a oferta à procura do serviço”.

“Escusado será dizer que esta decisão da Administração da CP, validada pelo Governo, nem que seja por omissão, e tomada sem pré-aviso e sem consulta ou articulação com as autarquias (via CIM’s) e com os agentes que a linha serve, é um pontapé na coesão territorial e é mais um custo imposto aos territórios do Interior, cada vez mais desprestigiados e alvos fáceis de medidas que podendo ser economicamente racionais, acabam por ser, de racionalidade em racionalidade, de uma irracionalidade total, por aniquilarem progressivamente uma região e até um país”, alerta.

Carlos Peixoto sublinha que “não se pode ignorar que a mobilidade inter-regional e nacional, que é tão defendida nos discursos oficiais e nas palavras de ordem, não passa de uma miragem no que aos distritos de baixa densidade diz respeito, hoje fustigados por portagens de ex-SCUT (A 23 e A25) mais caras que as melhores autoestradas de outras zonas do país”.

O deputado do PSD considera “estranho que, por exemplo, na rota Guarda-Lisboa, o primeiro horário a ser suprimido no período do estado de emergência fosse o da manhã e agora, sem razão aparente, seja o da tarde (o antigo IC das 19h07), o que dá a ideia de cortes aleatórios e casuísticos, sem qualquer estudo a sustentá-los”.

O deputado do PSD quer saber se estas “supressões ocorreram ou não e em que dimensão, para se perceber se a política da CP foi equitativa e proporcional ou discriminatória”. “Sobre esta desgraduação já se pronunciou na imprensa a Ministra da Coesão Territorial, que assegurou ’ter a garantia de que se tratou de uma situação transitória e que os horários e ligações anteriores serão repostos em breve’. Como de ‘boas intenções está o inferno cheio’, como não se sabe oficialmente e pelo membro do Governo que tutela o setor quanto tempo demorará a reposição (a expressão ‘em breve’ é quase sempre uma falácia, pela sua imprecisão) e como o país já desconfinou, recuperando parcialmente a sua normalidade, é imperioso que o Governo esclareça” as questões que o PSD dirige à tutela, insiste.

Também a Comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) se insurgiu contra a decisão da CP de suspender, sem diálogo com as autarquias ou aviso prévio, diversos comboios do serviço intercidades nas ligações Guarda – Lisboa. A CIMBSE exige o restabelecimento da circulação dos comboios suprimidos na Linha da Beira Alta e que seja iniciado “com urgência, o investimento na modernização da Linha da Beira Alta, há muito prometido, mas que tarda em realizar-se”.

A Comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela serve uma população de mais de 236 mil pessoas e é composta por 15 municípios: Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Gouveia, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal, Seia e Trancoso.

O PSD pergunta:
1) O que motivou em concreto a supressão de ligações Guarda-Lisboa e vice-versa na linha da Beira Alta?
2) Foi feito algum estudo sobre as quebras na procura? Em caso afirmativo, que dados concretos foram sopesados pela administração da CP?
3) Esta decisão foi também tomada noutras linhas de comboio. Em quais, exatamente?
4) Em que data previsível se espera que as ligações sejam repostas e quais são os resultados do ponto de vista da procura a partir dos quais se torna exequível recuperar os horários suprimidos?
5) A CP e o Governo estão ou não dispostos a assumir os custos das políticas de coesão territorial e social do país, sem colocarem a racionalidade económica como o primeiro (senão mesmo o único) dos critérios para agirem?
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