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“Em 2017 foi escrita uma das páginas mais negras da história recente de Portugal”
No debate da Conta Geral do Estado de 2017, Cristóvão Crespo afirmou que “a política de cativações traduziu-se na ausência do Estado”.
No debate da Conta Geral do Estado de 2017, processo que conclui a prestação de contas de 2017, Cristóvão Crespo afirmou que para além da dimensão orçamental e financeira, temos de chamar ao debate a dimensão humana e de qualidade de vida dos portugueses, e verificar qual o saldo que resultou da atuação do governo, e da maioria que o suporta. “A primeira palavra é de lamento porque o ano de 2017 foi um ano doloroso para os Portugueses, mostrando como a atuação do Governo nos deixou expostos a todo o tipo de adversidades. A política de cativações traduziu-se na ausência do Estado e levou-nos à falta de proteção das vidas das pessoas e dos bens, lembremo-nos dos grandes incêndios de junho e outubro. Neste quadro devastador, com 116 mortos, a destruição de centenas de casas de habitação, de empresas e de postos de trabalho. Nem o pinhal de Leiria, com 800 anos de história, resistiu”.
“A política de cativações levou-nos a não assegurar a segurança nacional, lembremo-nos do roubo de armas em Tancos. A política de cativações levou-nos à contínua degradação da prestação dos serviços públicos, lembremo-nos do caos na saúde, na segurança social ou na educação. A política de cativações levou-nos à redução drástica do investimento público, lembremo-nos da situação caótica dos transportes públicos, na falta de investimento na ferrovia, nos hospitais ou nas escolas”.
De seguida, o social-democrata referiu que “pagámos, continuamos a pagar e iremos pagar no futuro, um preço demasiado alto. O PSD denunciou e continua a denunciar que a quebra acentuada do investimento público, em toda a legislatura, vai condicionar a oferta pública aos cidadãos. O investimento em infraestruturas e equipamentos, representou apenas 49,4% do valor de 2012 e 50,2% do orçamentado nesse ano. O PSD denunciou e continua a denunciar que a dívida pública consolidada aumentou. O PSD denunciou e continua a denunciar que os pagamentos em atraso na aquisição de bens e serviços aumentaram 80%. O PSD denunciou e continua a denunciar que o governo não está a olhar como deve para o financiamento da segurança social. Em conclusão, no ano de 2017 foi escrita uma das páginas mais negras da história recente de Portugal”.
A terminar, Cristóvão Crespo sublinhou que não é o PSD que diz que o caminho foi mau, “é o primeiro ministro António Costa que diz que há serviços públicos que funcionam de forma «deficiente» e que «não é aceitável» como os transportes, a saúde e a emissão de cartões de cidadão e passaportes”.

12-06-2019 Partilhar Recomendar
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