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PSD rejeita o fardo que o governo nos lega de estarmos a caminhar para a cauda da Europa
Emídio Guerreiro recorda que BE, PCP e PEV são cúmplices dos “orçamentos de mentira”.
No debate do último Plano de Estabilidade e Crescimento da legislatura, Emídio Guerreiro considerou que este é um excelente momento para se fazer um balanço do mandato, recuperando as promessas feitas e cruzá-las com os resultados.
Recorda o Vice-Presidente da bancada do PSD que Mário Centeno liderou uma equipa que em 2015 disse aos portugueses que com o PS o crescimento económico seria em 2016, 2,4%, 2017 3,1%, 2018 2,8% e em 2019 2,4%. “Prometeram ainda que a dívida pública estaria em 2019 em 117,8 % do PIB. Este é o ponto de partida para o balanço que se impõe fazer neste debate. Recordo que, infelizmente para os portugueses, não atingiram nenhum destes objetivos. As promessas e as intenções ficaram por cumprir”.
Lembra ainda o parlamentar que o prometido era que tais metas seriam atingidas a partir do aumento do investimento público, do aumento do consumo e das exportações. “Destes 3 eixos aquele que mais dependia da vossa ação era o investimento público. E, neste aspeto, tiveram sempre a ousadia de, em sede de apresentação dos 4 Orçamentos do Estado, prometerem sempre muito. Apresentaram sempre níveis de investimento público superior ao realizado em 2015, mas as execuções ficaram sempre abaixo do executado pelo anterior governo. Prometeram, mas não cumpriram. Anunciaram inúmeros investimentos que ficaram na gaveta. Propaganda muita, mas obra pouca. E tudo isto com a alegre conivência do BE, PCP e PEV que aprovaram esses orçamentos de mentira e que agora reclamam mais investimentos”.
A terminar, Emídio Guerreiro afirmou que apesar deste histórico de metas prometidas e não atingidas, o governo continua no mesmo registo, apontando metas para os próximos anos que são rejeitadas pelas entidades independentes como o Conselho Superior de Finanças Públicas. “Por isso, partilhamos dos receios do senhor Presidente da República e rejeitamos este fardo que o governo nos lega de estarmos a caminhar para a cauda da Europa no crescimento da economia”.

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