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Entre 2005 e 2010 a Caixa foi “fustigada por uma gestão ruinosa e interferência política”
António Leitão Amaro acusou governo, PS, BE e PCP de terem tentado “encobrir estas práticas”.
No debate de atualidade sobre a Caixa Geral de Depósitos, António Leitão Amaro afirmou que o que foi revelado esta semana pela auditoria feita ao banco público “tem tanto de lamentável quanto de grave”. No entender do Vice-Presidente da bancada do PSD, “lamentáveis e graves são as práticas de gestão de crédito ruinosa e de interferência política na Caixa que são confirmadas pela auditoria agora parcialmente revelada. Sabemos hoje que, essencialmente entre 2005 e 2010, a Caixa foi fustigada por uma gestão de crédito ruinosa, promiscuidade e interferência política e uma péssima alocação de recursos que custaram muito à economia e aos contribuintes portugueses. Mas, lamentável e grave também foi o encobrimento daquelas práticas, que o governo, o PS, o PCP e BE fizeram ao longo desta legislatura.”
De seguida, o deputado recordou que os portugueses não esquecem que a 22 de junho de 2016, PS, BE e PCP se juntaram para chumbar a proposta de auditoria externa e independente apresentada PSD. Contudo, lembra, perante o clamor do país, obrigados lá aceitaram fazer uma auditoria, embora tudo tenham feita na Comissão para encobrir e esconder o que se tinha passado, acabando mesmo por “matar” a Comissão antes desta receber vários documentos. “Nós hoje, com esta auditoria, percebemos o que é que os senhores tinham medo que se soubesse e o que queriam esconder”, atirou o deputado às bancadas da esquerda.
Mas as falhas apontadas por António Leitão Amaro não ficam por aqui. De acordo com o social-democrata, o Ministro das Finanças também falhou, pois apareceu para “meter na Caixa 5000 milhões de euros dos contribuintes, mas depois desapareceu e escondeu-se para que não se soubesse o que aconteceu”. Mas, diz Leitão Amaro, o governo é acionista da Caixa e tem a obrigação de saber o que diz a auditoria por 3 motivos: porque não se envolve tanto dinheiro dos portugueses sem saber as causas do que aconteceu, porque é ao governo cumpre definir o modelo de governação, as missões e as linhas estratégias e porque a responsabilidade civil também é da sua competência. A propósito da responsabilidade civil, o Vice-Presidente da bancada do PSD afirmou que havendo falhas com esta dimensão há provavelmente campo e espaço para a responsabilidade civil dos administradores.
A terminar, António Leitão Amaro indicou os dois prováveis motivos para que o Ministro das Finanças não queira saber o que é revelado pela auditoria: ou só está preocupado com o seu interesse e imagem política, ou porque “não quer acionar a responsabilidade civil dos administradores porque receia que estes digam que o que fizeram foi por orientação política do governo e esse governo era socialista”.

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