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Governo não se preocupa com o crescimento económico
Maria Luís Albuquerque alerta que todos os países com quem nos devemos comparar estão a crescer mais que Portugal.
No entender de Maria Luís Albuquerque, o Orçamento para 2019 não surpreende. Para a deputada, o documento “ilustra a alternativa à austeridade. Depois de devidamente corrigido por Bruxelas nos primeiros esboços de Orçamento para 2016, o governo desistiu da confrontação e tem reclamado vitória pela consolidação orçamental e pelos défices mais baixos da democracia”. Contudo, refere, o que nos deve preocupar a todos é a forma como consistentemente tem alcançado estes resultados. “Gozando de uma conjuntura externa favorável, como há muito não se via, e de folgas orçamentais provenientes da descida de encargos com juros, de elevados dividendos do Banco de Portugal, para além de uma carga fiscal sem precedentes, a despesa permanente cresce todos os anos. O investimento público, que depois de anos de crise, seria indispensável nem que fosse apenas para manter a funcionar o que existe, tem sido o grande sacrificado. Para lá da ironia de ser um governo das esquerdas a penalizar os serviços públicos e os cidadãos que deles dependem, são as consequências presentes e futuras que nos preocupam”.
De seguida, Maria Luís Albuquerque afirmou que com a última proposta de orçamento da legislatura, pode-se também fazer um balanço dos resultados alcançados. Para a deputada “olhar para o desempenho da nossa economia permite-nos fazer esse balanço. O governo gaba-se de estar a convergir com a área do euro e com a União Europeia, porque crescemos marginalmente acima da média, e parece achar que isso é prova suficiente. As médias são o que são, por isso vale a pena olhar para lá das médias. Se retirarmos da média os países grandes penalizados por razões específicas, como por exemplo o Reino Unido ou a Itália, o resultado é uma clara divergência: todos os países com quem devemos comparar-nos estão a crescer consistentemente mais do que nós, alguns mesmo muito mais. Da Irlanda ao Chipre, que também passaram por duríssimos programas de ajustamento, à Espanha e a todos os países do leste europeu. Se a conjuntura económica permitiu a esses países crescerem tanto mais, porque não o conseguiu Portugal? Porque o governo não sabe como fazer, nem se preocupa especialmente com isso”.
A terminar, Maria Luís Albuquerque recordou que durante o primeiro governo Sócrates, com o crédito fácil e barato e a boa conjuntura externa que antecedeu a crise, a despesa cresceu, a dívida pública duplicou, grandes responsabilidades foram assumidas para quem viesse a seguir pagar, e acabámos em bancarrota. “Permitam-me citar uma frase atribuída a Einstein: «insanidade é fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes». Senhor Primeiro-Ministro, o que espera que aconteça a Portugal desta vez”, questionou a deputada.

30-10-2018 Partilhar Recomendar
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