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“A palavra política de António Costa vale muito poucochinho”
Hugo Soares considera que Orçamento para 2019 é uma espécie de última cartada para António Costa tentar ganhar as eleições que nunca ganhou.
“Iniciamos hoje a discussão do OE para o ano de 2019. Um Orçamento que tem uma história, mas que se apresenta com pouco futuro. Se voltarmos ao discurso de posse do Primeiro-Ministro, em 2015, a palavra que afirmava ia ser honrada, apresentava como principais linhas de orientação, cito: “o alívio da asfixia fiscal da classe média”; “a aposta no investimento público” e a “garantia dos bens e serviços públicos.” Sabemos hoje que, no que diz respeito ao alívio da asfixia fiscal, o governo propõe a maior carga fiscal de sempre. Sabemos hoje que a aposta no investimento público ainda não atinge sequer os níveis do ano de 2015. E sabemos hoje que, quanto à garantia de melhores serviços públicos, qualquer contacto com a realidade desmascara essa intenção. Ou seja, hoje sabemos quanto vale a palavra política do governo e de António Costa: vale pouco, vale muito poucochinho”. Foram estas as palavras escolhidas por Hugo Lopes Soares para iniciar a sua intervenção, esta segunda-feira, no debate do Orçamento do Estado para 2019.
De seguida, o parlamentar classificou o documento como “coerente e previsível.
É coerente porque mantém a política da governação à vista, da falta de ambição e das cedências à extrema esquerda que o transformam numa manta de retalhos. E é previsível porque não altera o rumo a que o governo nos habituou: privilegia a narrativa do ilusionismo em detrimento do compromisso com o real. Cria novos impostos, aumenta os existentes, aumenta despesa estrutural, e não preconiza uma única, uma única reforma capaz de transportar Portugal para níveis desejados de desenvolvimento. Mas sim; isso sim: é um instrumento carregado de palavras de ordem para usar em ano eleitoral”.
Sublinhando que cenário macroeconómico do documento revela que este é um Orçamento sem ambição e sem consolidação, o deputado adiantou que o governo desaproveita a oportunidade e faz “de cigarra fanfarrona. É célebre a frase que o telhado não se repara no inverno. É uma verdadeira oportunidade desperdiçada”.
Depois de recordar que todas estas escolhas orçamentais são apoiadas por PCP e BE, Hugo Soares lembrou que as bancadas da esquerda “hipotecam o futuro e trocam-no pelo eleitoralismo orçamental. Na verdade, trocam o futuro pelo vosso umbigo político. Este OE é uma espécie de última cartada para António Costa tentar ganhar as eleições que nunca ganhou. Em suma: Os senhores preferem o estado eleitoral ao estado social”.
A terminar, o social-democrata enfatizou que o “Orçamento não vira a página da austeridade, mascara-a, e não prepara o futuro, adia-o. Só há uma obsessão no Orçamento de Estado para 2019: tentar que António Costa ganhe pela primeira vez umas eleições legislativas nem que para isso tenha que voltar a colocar o País em risco. Não fosse a obsessão do Dr. António Costa consigo próprio e hoje podíamos ter menos carga fiscal, mais e melhor crescimento económico, mais e melhores serviços públicos, um território mais justo e equilibrado. Isto é eleitoralismo, sem visão de futuro. Isto é umbiguismo político”.

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