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Cortes no investimento explicam a falta de resposta dos serviços públicos
Emídio Guerreiro considera que situações como as que se registam na CP resultam dos cortes no investimento feitos pelo executivo.
Emídio Guerreiro confrontou o Primeiro-Ministro, no debate sobre o Estado da Nação, com a situação problemática que se vive na CP. Segundo o Vice-Presidente da bancada do PSD, esta semana o país tomou conhecimento que a CP se encontra num estado de pré-rotura, num estado calamitoso, algo que levou o próprio Presidente da CP a confessar, no Parlamento, a total incapacidade de resolver problemas. “A situação é esta: linhas suprimidas, atrasos atrás de atrasos, pessoas despejadas em estações de comboio. Já sabemos que para poder fazer as obras do IP3 não pôde cumprir os compromissos referentes à evolução das carreiras. O que pergunto, em relação à CP, é onde é que o governo vai cortar para poder dar resposta aos problemas registados”.
No que respeita ao investimento, o deputado referiu que a Conta Geral do Estado de 2017 dá-nos dados muito interessantes. Os números revelam, de 2015 para 2017, uma redução de quase 500 milhões de euros no que diz respeito ao investimento da administração central. Mas se formos comparar o que foi orçamentado em 2017 e o que foi executado, temos dados preocupantes e isso talvez explique o desconforto que as pessoas sentem, no seu dia a dia, pela falta de resposta dos serviços públicos.
A terminar, Emídio Guerreiro referiu-se aos fundos comunitários. Segundo o parlamentar, ao fim de um ano de vigência, o QREN tinha uma taxa de execução de 1,9%, o Portugal 2020 regista uma taxa de execução de 24% e o POSEUR tem uma taxa execução de 11%. “Isto não o preocupa”, questionou o deputado ao mesmo tempo que desafiava António Costa a dizer o que vai fazer para que estes fundos sejam aquilo que deviam ser: a alavanca da transformação da economia portuguesa.

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