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Inês Domingos coloca em evidência a “incapacidade reformista do PS”
No debate sobre o setor financeiro, a deputada afirmou que as “ideias soltas” do PS parecem “refletir uma falta de visão estruturada para o futuro do país”.
O Parlamento debateu, esta terça-feira, um conjunto de iniciativas com medidas sobre as Instituições de Crédito e Instrumentos Financeiros. Inês Domingos, intervindo em nome dos sociais-democratas, começou por frisar que a posição do PSD sobre o setor financeiro é, e sempre foi, uma posição de responsabilidade que privilegia: “a estabilidade financeira para assegurar o financiamento da economia que se faça sem sobressaltos e que os depósitos dos clientes estão protegidos; a proteção dos clientes de práticas comerciais desleais e desadequadas; A segurança e a independência da supervisão financeira para assegurar a saudável independência entre supervisores, supervisionados e o Estado”. De acordo com a deputada, estes são os princípios do PSD que, contrariamente à prática de outros partidos, não mudam se outros não gostarem deles. “Nós não somos como o PS que vota contra tudo o que é do PSD, só porque é do PSD. Esse é caminho sectário do PS, que juntamente com a sua falta de visão reformista tornam impossível uma melhoria sustentada na riqueza do país e das famílias”.
Tendo em conta esta postura, Inês Domingos afirmou que o PSD olha para estas propostas pelo que elas valem, e não para o logotipo que está no documento. “Globalmente a nossa posição no que diz respeito à estabilidade do setor financeiro, e à proteção dos investidores é sempre a de dialogar para obter os melhores resultados”.
Contudo, a social-democrata afirmou que a perplexidade do PSD neste debate, mais do que o conteúdo, existe devido à forma como o PS escolheu vir a jogo. “O que é surpreendente nestas propostas é que são na sua grande parte um conjunto de ideias desgarradas, vagamente inspiradas na diretiva do mercado e intermediários financeiros que entra em vigor em janeiro de 2018, sem que se compreenda porque foram escolhidos certos aspetos da diretiva em vez de outros. O debate sobre a legislação para o setor financeiro, nomeadamente no que diz respeito à proteção dos clientes e depositantes, é demasiado importante para ser feita desta maneira ad-hoc, sem estrutura, como se tratasse de ramos e galhos de uma árvore que não tem tronco”.
Face a esta postura dos socialistas, Inês Domingos assinalou a “incapacidade reformista do PS” e enfatizou que o debate sobre a supervisão financeira tem de ser feito de forma séria e consistente. “O que devíamos estar a debater é porque é o governo continua atrasado na transposição, qual o modelo de supervisão financeira que o governo quer efetivamente implementar, qual foi o impacto das mudanças regulatórias nos últimos anos e como podemos, no futuro, assegurar uma conjugação ótima entre estabilidade, proteção e eficiência? Em vez disto estamos a debater no parlamento ideias soltas. Não me parece uma forma muito séria de tratar os importantes desafios sobre o setor financeiros que ainda nos esperam”. Contudo, concluí Inês Domingos, infelizmente esta atitude “parece refletir a falta de visão estruturada para o futuro do país deste Governo, desta maioria e deste PS”.

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