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SEF: José Cesário fala em “saneamento político”
O Vice-Presidente da bancada do PSD diz que “agora toda a Administração Pública sabe que quem discordar dos senhores do PCP e do Bloco corre o risco de ser afastado”.
José Cesário alertou para o “saneamento político” que ocorreu no SEF. Segundo o Vice-Presidente da bancada do PSD, “o governo brindou-nos nos últimos dias com mais uma decisão notável, bem demonstrativa do modo como encara a governação e a administração pública. A Diretora e os Subdiretores do SEF foram afastados, alegadamente por não terem cumprido os objetivos do Governo. Ora na passada semana todos ouvimos, nesta Assembleia, o Senhor Primeiro-Ministro assumir com veemência, como é seu hábito, a sua convicção de que a CRESAP foi das coisas boas feitas no passado, ou seja, que as nomeações são baseadas em critérios de competência. Pois bem, Senhores Deputados, como é possível conciliar esta declaração sonante com a demissão de Luísa Maia Gonçalves? A CRESAP serve para nomear com isenção, premiando a competência, mas para demitir ou, se quisermos, para provocar uma demissão, já não está em causa a capacidade, bastando uma simples decisão política. A isto, Senhores Deputados, chama-se saneamento político”.
Segundo o deputado, o motivo que determinou a saída de Luísa Maia Gonçalves terá sido o incumprimento de objetivos tendo em conta a nova lei de estrangeiros. “Exatamente a tal lei que tinha merecido um parecer técnico negativo do SEF. A verdade é que o SEF se limitou a cumprir a sua missão, alertando a tutela para o facto de as alterações propostas pelo PCP e pelo Bloco implicarem graves riscos em matéria de segurança interna, impossibilitando a deportação de cidadãos manifestamente perigosos, para além do aumento da desregulação do processo migratório. É assim que tal ousadia se paga agora com este afastamento”.
No entender do social-democrata, “a sacrossanta aliança do PS com a extrema-esquerda assim o determinou. Agora toda a Administração Pública sabe que quem discordar dos senhores do PCP e do Bloco corre o risco de ser afastado. Assim se consagra o delito de opinião na administração pública. Ficam a saber isso os dirigentes do SEF, mas também os professores, os médicos, os enfermeiros, os funcionários dos registos, enfim, todos os funcionários públicos. Hoje, os portugueses sabem que a santa aliança PS/Bloco/PCP, além de se banquetear à mesa do orçamento, satisfazendo as suas clientelas preferidas, não hesita em sanear quem quer que se oponha às suas intenções, por mais incompreensíveis que sejam”.
Depois de dar a garantia de que “este tipo de intenções será combatido pelo PSD com todas as nossas forças, lado a lado com os portugueses, e jamais nos vergaremos perante estratégias totalitárias e demagógicas que só podem comprometer a democracia”, José Cesário concluiu a sua declaração política lamentando que “isto de o PCP e o Bloco perderem nas urnas e terem de ser consolados fraternalmente pelo colinho do vosso governo, à custa dos portugueses e de funcionários públicos competentes como Luísa Maia Gonçalves, é uma vergonha”.

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