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Portugal deverá estar sempre na primeira linha da defesa da liberdade religiosa
Carlos Abreu Amorim declarou o apoio do PSD à iniciativa que recomenda ao governo uma atuação firme, ativa e global na defesa da liberdade religiosa.
No debate de uma iniciativa que recomenda ao governo uma atuação firme, ativa e global na defesa da liberdade religiosa, Carlos Abreu Amorim enfatizou que “a liberdade religiosa é a filha primogénita do princípio da tolerância dos Modernos”. Segundo o Vice-Presidente da bancada do PSD “foi a assimilação da indispensabilidade da tolerância entre as várias crenças religiosas que desenhou no espírito da civilização europeia a compreensão pelas lógicas existenciais do “outro” e a aceitação do livre curso das ideias que não compartilhamos mas que temos o dever de respeitar e, até, de proteger, desde a religião até às conceções mais profanas do mundo”.
Refere o social-democrata que a liberdade de cada um seguir a crença religiosa que melhor entender ou escolher não adotar nenhuma é e continuará a ser uma trave mestra inafastável da nossa Modernidade e do núcleo duro daquilo que nos configura como cidadãos livres neste início do século XXI. “Infelizmente, não é assim em muitos outros lugares do mundo. Multiplicam-se os exemplos de intolerância religiosa, quer com configurações pré-modernas ou ostentando máscaras pós-modernas, até ao ponto em que parece que a unicidade religiosa se tornou no suporte fulcral de algumas religiões e de muitas ideologias feitas da mesma massa da recusa da diferença e do outro”.
Declarando o apoio do PSD à iniciativa em debate, o social-democrata adiantou que “Portugal deverá estar sempre na primeira linha da defesa da liberdade religiosa. Interna e externamente. Em todos os fóruns internacionais, em todos os Órgãos, Conselhos e Comités em que o Estado português tem assento e voz. Não apenas porque se trata de um princípio basilar da nossa Constituição mas, sobretudo, devido a que essa terá sempre de ser a nossa imagem de marca - a de um País livre, aberto e tolerante, que aceita as crenças e as distintas convicções sobre o mundo e as coisas de todos aqueles que respeitem a materialidade dos nossos direitos fundamentais e do Estado de direito”.
A terminar, Carlos Abreu Amorim alertou que “se permitirmos o desvanecimento da liberdade religiosa estaremos a pôr fatalmente em causa a Liberdade em todas as suas demais dimensões, sobretudo na vertente política”.


21-04-2017 Partilhar Recomendar
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