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Este é o Governo com menos investimento público desde 1951
Luís Montenegro criticou a atuação de António Costa e acusou o governante de falta de transparência em relação à solução encontrada para os lesados do BES.
Luís Montenegro confrontou o Primeiro-Ministro com o relatório da OCDE que, segundo o líder parlamentar do PSD, “o Governo tem na gaveta há cerca de meio ano”. No debate quinzenal com António Costa, o social-democrata referiu-se a este relatório sobre o impacto das medidas que foram tomadas nos últimos anos no mercado laboral, sublinhando que o documento ilustra que a economia portuguesa ganhou competitividade e ganhou condições para recuperar emprego. Sublinhando que os portugueses sabem o que o PCP e BE pensam sobre estas matérias, o parlamentar afirmou que os portugueses não sabem o que António Costa pensa da legislação laboral. “Há ou não há intenção do Governo de reverter a legislação laboral como sustentam os seus parceiros, os seus cúmplices. Ou, por outro lado, o senhor Primeiro-Ministro reconhece aquilo que este relatório evidência, que é o efeito positivo na economia e no emprego das alterações efetuadas nos últimos anos.”
Registamos a reedição da sua falta de respostas do Primeiro-Ministro, o líder parlamentar do PSD passou depois para uma questão sobre a solução encontrada pelo Governo para o problema dos lesados do Grupo Espírito Santo, acusando o Governo de falta de transparência. Depois de elencar algumas das especificidades do mecanismo criado, Luís Montenegro referiu que “o Estado, por aquilo que se percebe das notícias, assume os prejuízos dos lesados do GES, cria um fundo para pagar essas verbas. O fundo vai à banca e endivida-se. Se o dinheiro não chegar ou se os tribunais não reconhecerem estes créditos ao fundo pagam os contribuintes.
Falta algum elemento ou é exatamente assim”, questionou o social-democrata.
Pegando nas palavras do Primeiro-Ministro de que “o Estado vai ser o garante final”, o líder da “bancada laranja” lembrou que o Governo anterior, em situações análogas, “pôs os contribuintes a pagar aquilo que deve ser assumido pelos agentes financeiros. E foi isso que aconteceu no GES. Nós sabemos que a sua tese era um bocadinho diferente e que se calhar era melhor não ter deixado cair o BES e emprestar dinheiro ao Dr. Ricardo Salgado”.
A terminar, Luís Montenegro confrontou o Governo com os dados do investimento público, uma das maiores falhas da governação de António Costa segundo o PSD. O social-democrata criticou António Costa pelo “descaramento” ao dizer que o anterior Governo “diabolizou o investimento público”, quando “o atual Governo socialista foi o que mais baixou o investimento nos últimos 65 anos”. “Com estradas por fazer e outras onde não há manutenção. Com escolas que estão ao fechar porque não têm investimento. Com problemas nos centros de saúde e hospitais. Com as prisões que não têm dinheiro para comprar a alimentação. Com os transportes públicos. O senhor vangloria-se de ter um défice inferior a 3% à custa de receitas extraordinárias, do definhamento do serviço público que afeta a vida das pessoas e à custa do investimento público. O Estado português não gastava tão pouco do seu produto interno bruto desde 1951. Parece que foi o senhor Primeiro-Ministro que fez um pacto com o diabo”.

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