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OPA/Cimpor: sociais-democratas referem que ficou provado que o Estado não interferiu no processo
Nuno Encarnação e Pedro Saraiva enalteceram a transparência de todo este processo.

Nuno Encarnação e Pedro Saraiva questionaram, esta quinta-feira, a Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, sobre a OPA anunciada pela InterCement sobre a Cimpor. Na Comissão de Economia e Obras Públicas, Nuno Encarnação começou por recordar vários dados e afirmações que já foram recolhidos por esta Comissão.

Segundo o parlamentar, o Presidente de Conselho de Administração da CGD afirmou que houve uma comunicação ao acionista Estado sobre a disponibilidade da Caixa para vender a participação que detém na Cimpor mas que não houve intervenção do Governo e que no início de abril o Banco defendeu que a venda da participação na Cimpor, por 5,5€ por ação, era aceitável, embora o preço fosse suscitável de melhoria.

De acordo com o deputado, a Cimpor já é detida em mais de 50% pela empresa InterCement, a empresa foi alvo de três OPA’s nos últimos anos, o negócio não está concretizado e todos percebemos que este não é nenhum negócio ruinoso para a Caixa.

Declarando que a bancada do PSD se encontra perfeitamente esclarecida sobre este assunto, Nuno Encarnação limitou-se a pedir à Secretária de Estado que reafirma-se que não houve nenhuma interferência do Estado neste processo.

Já Pedro Saraiva enalteceu a clareza da posição exposta pela governante e declarou que os sociais-democratas saem reforçadamente tranquilos em relação a esta potencial operação. O deputado recordou, ainda, que esta é uma operação em linha com o memorando de entendimento, no sentido de levar a CGD a concentrar-se na sua atividade principal, que as condições de oferta e procura serão as que o mercado determinar, e até à data não há melhor, e que faz parte da operação que a Cimpor se mantenha colocada em bolsa em Portugal, que mantenha os seus quadros e a operação que tem vindo a desenvolver.

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